Mostrando postagens com marcador mensagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mensagem. Mostrar todas as postagens

10 de fev. de 2012

Estou a ficar revoltada, sou tua amiga caramba, podemos conversar.
Quando te mando mensagens ou telefono é porque quero falar contigo, não quer dizer que queira alguma coisa ou que se passe algo, sou um ser humano como todos os outros, não sirvo só para ouvir, também preciso de ser ouvida, nem que seja uma conversa básica.
Normalmente as pessoas não falam sozinhas, muito menos pelo telemóvel, logo, podes responder-me e se não quiseres falar, inventa qualquer coisa, diz que não podes falar ou algo do género, pelo menos isso, agora deixares uma pessoa a espera de resposta é que não.
Revolta-me, revolta-me porque eu nunca faço isso a ninguém, evito, porque não gosto, e sei que também não gostam.
Qualquer dia deixo de ser tão prestável, deixo de enviar/responder a mensagens e a lembrar coisas, a ajudar, deixo de escrever, deixo de actualizar tudo, desapareço do mapa, completamente, e depois quero ver quem é que vai sentir a minha falta. Apesar de saber que me vais substituir à mínima hipótese quando algo do género acontecer.
Apetece-me mandar tudo ao chão e começar do zero, eu também me farto das coisas e das pessoas, não és só tu.

btw, este é o post numero 100.

1 de fev. de 2012

É como se fosse assim...

"Tu gostas demasiado dele, mais do que devias. Isso tolda o teu raciocínio e ficas mal. Vês coisas onde elas não existem."
Faz-me confusão, porque parece que faz de propósito, parece que o faz para me provocar, mas talvez a mensagem tenha razão, talvez eu ande a ver coisas que não existem. A verdade é que esta situação não pode continuar. Mas a culpa é dele, toda dele.
Já antes existia faisca na nossa amizade, ele não se contentou com a faisca e pegou-lhe fogo. Depois, assustado fugiu do fogo e deixou-me a arder, sozinha.
Mas eu sou assim, apego-me ás pessoas e gosto de sentir este fogo metafórico.
Hoje, tal como em tantos outros dias pensei em confessar que ainda estava a arder, mas depois, pensei em seguir em frente, de vez. O problema é que há uma enorme parede á minha frente que não consigo saltar, é impossível de atravessar, tem o dobro do meu tamanho e aparenta ser mais larga que o muro de Berlim. E enquanto isso, enquanto não consigo atravessar este muro, vou contornando-o.
Mas enquanto o contorno, o fogo não se desvanece, continua a crepitar a minha volta, e lambe até o muro, desesperadamente procurando pela outra pessoa que deveria de igualmente alimentar a fogueira.
No fundo é isso, continuar a contornar o muro até encontrar solução, é o que faço, porque saltar é demasiado alto e porque para escavar por baixo torna-se sujo e violento.